domingo, 9 de maio de 2010
Monocromático.
O céu está cinza, nada mais tem cor. As flores murcharam, já não se ouve mais o canto dos pássaros. O café do bule continua gelado o uivo do vento é o único barulho presente nesse meu ambiente.Eu me pergunto, onde está toda aquela alegria que existia dentro de mim?Quando olho pelas frestas da minha janela, todos parecem ser tão felizes, ou fingem ser felizes... As pessoas ebanjam sorrisos, abraços, alegrias.E eu? a única coisa que tenho feito é ficar aqui dentro de mim mesma, escrevendo.Nada mais além de uma caneta e papéis. E o único sentimento presente em minha vida é a nostalgia. Me tornei um ser humano podre, não tenho nada a oferecer.No meu mundo estou livre daquilo que se chama hipocrisia, essa coisa que me enoja.Ou talvez não tão livre, as histórias e filmes que passam pela minha cabeça me trazem lembranças de um passado que prefiro esquecer, mas esses fantasmas da dor não deixam. Eles me perseguem, me atormentam. Eu ouço suas vozes baixinhas ao pé do meu ouvido. São as vozes da insegurança, do medo, da dúvida. Eu tento me manter afastada, mas agora já é tarde. Busquei tanto por isso inconscientemente. Me deixei influenciar por pessoas podres de alma. Achei mais digno segui-las do que constituir minha vida. agora já é tarde. Viverei eternamente com essa culpa em meus ombros, com esse peso na minha consciência. Por isso viva a vida como se fosse o seu ultimo dia, porque os sentimentos são coisas de momentos nada é de verdade, ao inves de ficar se lamentando viva o quanto puder!
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